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Live Earth cumpre a sua missão

Live Earth em Lisboa O LiveEarth conseguiu o seu grande objectivo. Fazer chegar a sua mensagem a milhões de tele-espectadores e ouvintes de rádio um pouco por todo o mundo.

Sem sombra de dúvida, este evento conseguiu estar na onda dos melhores dos últimos anos e conseguiu que as palavras de ordem ‘Alterações Climáticas’ e ‘Preservação do Ambiente’ estivessem na boca do mundo. Apesar de muitos não entenderem ainda a importância de tal situação. Por exemplo e só para seguir a tónica de um sarcasmo de Simon Le Bon dos Duran Duran, alguns dos próprios artistas que foram ao evento, foram de jactos privados, sendo um dos elementos que transmite mais poluição do mundo.

Mas o que interessa é que pelo menos a tónica, ‘Faz o que eu digo, não faças o que eu faço’ tenha passado, já é fenomenal.

Um pouco por todo o mundo, centenas de artistas deram o seu contributo. Alguns transmitidos para todo o mundo, como foram o caso do evento em Nova Iorque, Tóquio ou Sidney.UK_Fergiejpg.jpg

Para se entender o alinhamento que começou na Austrália por volta das 10 horas locais e acabou no Rio de Janeiro (este último esteve prestes a não se realizar), exploramos aqui algumas descrições.

Neste continente bem afastado da geografia comum dos Países intervenientes, uma dança aborígene abriu o espectáculo, sendo depois aberto oficialmente com uma mensagem do ex-vice presidente dos EUA Al Gore, um dos principais promotores deste evento mundial.

Já no Japão, o show foi dividido por dois palcos. Um parte foi em Toquio e a parte final em Quioto. Aqui passaram alguns artistas como os Linkin Park, Michael Nyman, Rihanna, entre outros. Já a China teve a performance mais curta de todos os espectáculos. Apenas umas 3 horas e com péssimas condições meteorológicas, passarem pelo seu palco a cantora Sarah Brightman e uma dezena de artistas locais que motivaram os ainda 3.000 ouvintes.

O continente africano obteve a presença de 12.000 pessoas e cantores de renome tais como Danny K, UB40 ou Joss Stone. Marcaram presença em Joanesburgo e nem de propósito será neste continente que se prevê ainda mais calamidades devido às alterações climáticas.

Passou depois para a Europa, mais propriamente em Hamburgo na Alemanha, onde vedetas internacionais focaram as ideias que os levaram ali e onde Shakira exibiu uma coreografia estonteante para apenas 1.000 participantes, dado que a chuva afugentou os interessados do estádio onde se realizou. Depois ainda passaram artistas conhecidíssimos como é o caso de Yusuf, mais conhecido por Cat Stevens, Enrique Iglesias, Katie Melua, Snoop Dogg e Chris Cornell.

UK_JamesHetfield.jpgDepois passaram para Londres, onde a banda Génesis abriu o festival, passando depois estrelas como Duran Duran, Beastie Boys, James Blunt, Metallica, Black Eyed Peas, Foo Fighters, Red Hot Chilli Peppers e Madonna. Foi talvez o maior acumular de vedetas conhecidas internacionalmente.

A seguir veio Washington, com Garth Brooks e Trisha Yearwood a abrir o evento, no museu do Índio Americano onde também um grupo indígena fez a sua actuação. Sendo de imediato passado ao Estádio dos Giants em Nova Jersey onde o Al Gore fez a sua palestra mais demorada e contou com a presença de dois actores bem conhecidos, Leo Di Caprio e Kevin Bacon, que há muito se sabe a sua consciência ambiental. Com tantos milhões no banco, é dos poucos que tem uma viatura híbrida na garagem.

Este foi dos estádios mais lotados, tendo actuações de bandas tais como os Bon Jovi, Alicia Keys, John Mayer, Smashing Pumpkins, Roger Waters, Keith Urban (actual esposo de Nicole Kidman) e o final foi pelos recuperados The Police.

Da América do Norte passou para a América do Sul, onde no Rio de Janeiro, nas praias de Copacabana, mais de 400 Mil Pessoas assistiam ao espectáculo que esteve para ser cancelado por ordem do tribunal. Felizmente, os advogados da produtora conseguiram desbloquear o processo e dar vazão aos pedidos de milhares de pessoas que queriam participar do ideal que move este movimento internacional.

Entre os artistas nacionais e internacionais, passaram nomes como Marcelo D2, Jorge Ben Jor, Jota Quest, Pharrel Williams, Macy Gray e Lenny Kravitz.

Mas não ficou por aqui a adesão por todos os Países do mundo. Um pouco por todo o lado, existiram espectáculos satélite que manifestaram o seu apoio ao ideal, tal como sucedeu no Pavilhão Atlântico em Lisboa com os Amigos do Live Earth. Alguns dos nomes que passaram pela sala de espectáculos da capital portuguesa foram Sérgio Godinho, Xutos & Pontapés, Cool Hipnoise, David Fonseca, Blind Zero, Anjos, Viviane e Mercado Negro.

Foi assim dado o início de uma campanha de 3 anos, que Al Gore iniciou com este evento, para salvar o planeta da catástrofe que se avizinha a continuar tudo conforme está neste momento.

O site PopRock.com.pt apoia a iniciativa e cá está para colocar em prática os seus mandamentos que na verdade todos conhecemos desde pequeninos, mas que não nos damos ao trabalho de aplicar.


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